Conversando com o médico sobre a DPOC

Se você tem DPOC deve saber que o médico é praticamente um melhor amigo, não é? Para garantir o sucesso do tratamento, além da frequência das consultas ser adequada, a qualidade também é extremamente importante.

A sua relação com o seu médico deve ser de muita confiança para que você consiga tirar todas as suas dúvidas sobre o seu tratamento e sobre a DPOC como um todo.

Mas a gente saber que nem sempre isso é uma coisa fácil de ser construída. Por isso, aqui vão algumas dicas para orientar a conversa com o médico:

1. Dizer ao médico que fica sem fôlego ou tosse frequentemente enquanto faz as atividades do dia a dia. Perder o fôlego com facilidade e diminuir o ritmo não são apenas situações normais do envelhecimento.

2. Revisar o histórico de infecções nos pulmões para ver se elas têm ocorrido com mais frequência. Ficar com infecções nos pulmões regularmente não é normal, mesmo durante os meses de inverno.

3. Solicitar uma avaliação para checar se a falta de ar está piorando. Não conclua que é asma. Desenvolver asma pela primeira vez quando adulto, com mais de 40 anos, não é muito comum.

4. Checar como o médico pode ajudar a parar de fumar e ajudar a melhorar a respiração. Parar de fumar é muito difícil para a maioria das pessoas e podem ser necessárias diversas tentativas. Esperar para falar sobre os sintomas só quando parar de fumar pode prejudicar ainda mais os pulmões.

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Bibliografia consultada:

Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease. Global strategy for the diagnosis, management, and prevention of chronic obstructive pulmonary disease. Updated 2015.www.goldcopd.com. Acessado em 28 de Setembro de 2015.

World Health Organization. Factsheet No 315 Chronic obstructive pulmonary disease (COPD). http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs315/en/index.html (accessed 13 November 2008).

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